Atualmente vivenciamos uma das maiores crises econômicas já registradas na história de nosso país, e ouvimos diariamente centenas de queixas e pouca produtividade. A inteligência emocional ganha força no mundo corporativo, com grande destaque pelas grandes empresas, seja em processo de seleção ou de demissão. Afinal, você já parou pra pensar o que significa inteligência emocional e se realmente a tem?
Em meados de 1990, o psicólogo norte-americano Daniel Goleman iniciou uma pesquisa buscando entender a mente humana, principalmente as mentes que obtinham sucesso. Em 1995, Goleman revolucionou a forma como enxergamos o que é inteligência. Em seu livro “Inteligência Emocional”, ele mostrou como o nível intelectual de uma pessoa não pode ser medido apenas por sua capacidade de completar equações e pensamento racional — concluindo que um indivíduo com inteligência emocional é aquele que, ao se deparar com qualquer situação, consegue ponderar suas emoções antes de uma decisão, evitando decisões imediatistas.
“Muito mais do que um bom currículo, as empresas procuram por profissionais equilibrados e capazes de lidar com situações difíceis do cotidiano.”
Muitas vezes, a falta de sensibilidade em se relacionar com os outros, assim como não saber lidar com situações de desconforto, prejudica a imagem e o desempenho. É nesses momentos que a inteligência emocional no mundo corporativo torna-se um quesito importante para que o profissional mantenha seu bom nível e aprenda a lidar melhor com qualquer obstáculo, se superando e agregando valor para a organização.
Quando falta a inteligência emocional, o profissional acaba não aplicando a melhor solução, pois as emoções acabam influenciando o raciocínio — e isso pode resultar em prejuízos financeiros e até na perda de alguns profissionais para a empresa.
Ao administrar suas emoções, você garante a si mesmo e ao seu próximo uma maior produtividade, felicidade e realização própria. Viver de maneira equilibrada é a melhor solução para os problemas.
Agir emocionalmente com inteligência traz consigo diversas vantagens no dia a dia e no possível sucesso da carreira profissional: promoções mais rápidas, resultados efetivos, um bom networking e maior facilidade em aprender coisas novas são apenas algumas das características conquistadas pelos profissionais que desenvolvem essa competência.
Quando em harmonia, o profissional enxerga os problemas e objetivos de outro ângulo, e isso faz com que ele se torne um visionário — sabe como negociar, desenvolve melhor a sua intuição e escuta mais seus líderes.
Nós da BÊ À BÁ dos negócios damos todos os créditos e agradecemos imensamente a colaboração do palestrante Thales Delgado, vencedor do prêmio Jovem Destaque de 2017, pelo seu incrível texto!